Captando resquícios da chegada

29 de janeiro de 2014, 5am: Lisboa iluminada, amarela, silenciosa, pontinhos piscando e se movimentando la embaixo, proximidade gradual – aterrissagem.

Primeiro inalar seco e frio na Europa. Infelizmente não houve estômago pra um pastelzinho de nata no aeroporto português, mas houveram lágrimas preciosas naquela brevíssima vista de chegada, que durou uma eternidade na memória da minúscula janela do avião.

Um breve comentário sobre a entrada na sala de embarque Lisboa – Budapest, com escala em Praga: aqui foi possível distinguir totalmente o semblante europeu das pessoas .. agora senti na pele para onde eu estava indo: em direção ao leste europeu. Não sei explicar essa vibe, mas percebi que é muito fácil diferenciar um europeu “mainstream” que se destina a França ou Inglaterra, de um europeu que vai para Praga, Romênia, Polônia. Digo isso sem um pingo de ironia ou crítica, foi uma percepção apenas.

IMG_20140128_192454790foto: último sol brasileiro.

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