Festival de teatro de Curitiba

Teatro é sempre uma boa pedida quando o assunto é cultura.
Infelizmente, se tornou uma categoria artística pouco procurada pelo público em geral;
A ascenção de outros divertimentos prioritários pode ser um dos motivos – cinema, barzinhos/showzinhos e TV em casa para os menos privilegiados.
Além de pequenos espaços dedicados a.
e incentivo $$$ baixo, é claro;

Felizmente tenho assistido raras peças em noites de chuva no Novelas Curitibanas (com incentivo governamental) mas né, mais alguém ouviu falar disso?

ócio de uma minoria alternativa, lazer de um grupo que não deixa uma boa peça de lado, mesmo que as vezes –
eis o festival, o momento de desenferujar a poltrona dos teatros curitibanos, lotar as salas e sorrir com os palcos (:

segue aí meu pequeno-grande investimento desse ano – 6 peças, 2 shows musicais, 1 gastronomix – R$150 (cultura relativamente em conta mas que, convenhamos,  não é de acesso fácil para a maioria da população …)
Los pájaros muertos (28/3 – 20h – Bebedouro do Largo da ordem, aquele na frente do bar do alemão!)
Peça que abre o festival, entrada franca (incentivo ein) – ambientada na época de Pablo Picasso, vale a pena ver! (dica: chegar cedo)

Deus é um DJ (Mostra principal) –  peça dirigida por Marcelo Rubens Paiva, um casal de jovens artistas multimídia que é contratado por uma galeria de arte para viver cercado por câmeras;


Memórias torturadas: a ditadura e o cárcere no Paraná (Fringe) – peça ambientada do presídio do Ahú (na ala dos detentos) à meia-noite!
Palácio do Fim  (Mostra principal)  – José Wilker, 3 diferentes experiências vividas no Iraque pós invasão EUA – drama iraniano;

Equus (Mostra principal)  – clássico do teatro mundial – “relata a história de um psiquiatra que tenta tratar um jovem adolescente que padece de um patológico fascínio sexual e religioso por cavalos.”
é aquela famosa peça que remete àquela famosa foto do Radcliffe nu com um cavalo (HAHA)

Nuance (Fringe) – bem, o gênero absurdo me atraiu, Charles Baudelaire e seus contos, tal. – e também, adoro o espaço cult;

Além das peças, vou ao musical  “Um blues para Clarice LIspector” (mas que combinação)
ao Gastronomix, um coletivo de diferentes sabores, chefs, eu acho;
e ao show da banda Nuvens, com o álbum Fome de Vida que ainda estou para conhecer (:

e né, feliz páscoa.

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