inspiração corpuscular

Meu estômago roncava. Minhas vísceras imploravam energias. Energias reminiscentes impulsionavam minha fuga. E eu corria, como se fosse em liberdade, como que fugindo de uma perseguição ilusitória (nenhuma alusão a esquizofrenia ok) Aos poucos iam se esvaindo meus sentidos. Os sons perdendo seus timbres, a visão enclarecendo a ponto de machucar a retina. Eu havia alcançado o sol, pensei. Mas não sentia calor, não sentia! O êxtase de correr, da necessidade de correr – principalmente. Formava-se um declínio, não! O que restou foi .. foi dor. E disso não quero comentar.

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